Posts tagged 'Vitória'

Júlia Cruz na CasaCor ES 2011

 

Material gráfico para Júlia Cruz na Casacor ES 2011

Depois de fazer a programação visual da Júlia Cruz Arquitetura, a Mandacaru foi convidada a criar o mídia-kit do seu espaço na edição deste ano da CASACOR® Espírito Santo.
Encantada com o projeto: materiais, acabamentos e cores escolhidas para a Suite dos Hóspedes, Manaira tratou de pensar numa solução sofisticada que representasse bem o clima glam desenvolvido pela arquiteta.
Release com fotos, postal e chocolates personalizados encantaram os jornalistas do brunch de imprensa. O caderninho foi impresso em papel perolado – o que valorizou as fotos da nossa querida Diana Abreu – e teve como capa o papel de parede do próprio quarto!
Já estávamos muito contentes com o projeto e a repercussão, quando a Suíte de Hóspede recebeu o prêmio de Melhor Ambiente Residencial da CASACOR® ES 2011! Brilha muito Júlia Cruz!

Que gracinha de livro, o livro de Gracinha!

Depois do lançamento na belíssima festa do grande dia 25, publicamos aqui para que todos possam ver o livro Anna Graça, verdadeira Gracinha

Vovó Gracinha é a grande homenageada desse livro onde conta relatos de sua vida desde a infância em uma fazenda em Cachoeiro, as viagens de trem, as cartas trocadas com seu marido, e a história dos móveis de peroba que compõe a sua casa. Seus filhos comentam de suas aptidões em pintura e na cozinha. Fotos de época e árvore genealógica ilustrada completam as 112 páginas completam o livro de Ana Graça, mãe de cinco, avó de dezesseis e bisa de nove, por enquanto. Uma graça de pessoa!

Read More…

Júlia Cruz Arquitetura: novo visual

Inspirada em Joseph Albers e Athos Bulcão – ícones das formas e padrões – a Mandacaru acaba de entregar a programação visual do escritório Júlia Cruz Arquitetura, em Vitória. Painel para sala, sinalização para a porta, papelaria completa e ótimas energias para este ano começar bombando!

Vida de colhereiro é dura!

Terminando os preparativos da exposição Colheres de Bambu, de Alvaro Abreu.

Publicamos aqui no site da Mandacaru a mais recente crônica dele:

COLHERES NO BANCO

O primeiro convite me fora feito em tom de cobrança amistosa, durante uma solenidade. Como de costume, fiz corpo mole e desconversei. A cabeça estava completamente tomada por coisas da vida e do trabalho. Melhor seria deixar pra depois, pois é assunto relevante demais para misturar com qualquer outro. Digo isso porque sei muito bem que montar uma exposição mobiliza emoções e exige providências de toda ordem.

A segunda investida veio por escrito. As palavras eram amáveis, mas não deixavam margem para despistes nem permitiam postergações. Estava encerrado o prazo para mais um “devo, não nego, pagarei quando puder”. O convite incluía o pedido para que contasse o que sei e mostrasse como faço.

Muita gente sabe que gosto de fazer colheres de bambu, um servicinho que realizo quase diariamente, há muitos anos e sem preocupações. Pra mim, fazer colher é fácil, preparar uma exposição é que são elas, ainda mais em prazo apertado.

Achei prudente convocar a família inteira para tratar da produção. Cada qual na sua especialidade: a filha do meio para cuidar das questões de curadoria e montagem, a mais velha para tratar das peças gráficas, a caçula para fotografar as colheres, o primogênito para atualizar o site, o quinto filho para filmar a festa e, naturalmente, a mãe de todos eles, para arrumar cuidadosamente as peças nas vitrines.

Read More…

Colheres de Bambu: exposição em Vitória

O BANDES convida para a exposição

A abertura acontece dia 16/11 às 18h30, no Espaço Cultural do BANDES,
Av. Princesa Isabel 54, Terreo / Centro, Vitória – ES
e a exposição fica em cartaz até o dia 17 de dezembro.

Nas palavras de Adélia Borges, jornalista curadora da área de design:

“As colheres são como ímã. Mesmo que por
um breve instante, estabelece-se alguma conexão
entre o ser que passa e se detém e o que ele vê.”

Essa é a primeira grande exposição individual de Alvaro em Vitória – ele, que faz suas colheres desde que teve um infarto, em 1994 e já levou várias delas pra passear pelo mundo afora.

Tantos anos depois, ele preserva a alegria desse ofício e conta um pouco da reação das pessoas quando se encontram com seu trabalho:

“Tenho visto pessoas sentindo emoções que beiram a ternura ao
se deparar com uma forma simples e delicada, a sensação gentil de
tocar e alisar o bambu, uma eventual saudade de tempos passados,
a vontade de tentar fazer uma colher. Há quem fique com uma colher
na mão, mexendo uma panela imaginária, rindo e respirando fundo,
como se estivesse sentindo o cheiro do doce de goiaba.”

Read More…